São 12 horas em ponto e o sino já bateu. Sei que nesta hora, pela força do vento a poeira vai subir, e com ela também subirá todo o mal que estiver no meu corpo, no meu caminho e na minha casa. Tudo se afastará da minha vida. É com a força e Axé de Maria Padilha que meus caminhos, a partir deste momento, em que os ponteiros se separam, estarão livres de todos os males materiais e espirituais, pois a luz que clareia o caminho de Maria Padilha também há-de clarear os meus caminhos, para isso estarei sempre na posse desta oração
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
ORAÇÃO A MARIA PADILHA
São 12 horas em ponto e o sino já bateu. Sei que nesta hora, pela força do vento a poeira vai subir, e com ela também subirá todo o mal que estiver no meu corpo, no meu caminho e na minha casa. Tudo se afastará da minha vida. É com a força e Axé de Maria Padilha que meus caminhos, a partir deste momento, em que os ponteiros se separam, estarão livres de todos os males materiais e espirituais, pois a luz que clareia o caminho de Maria Padilha também há-de clarear os meus caminhos, para isso estarei sempre na posse desta oração
NOMES MAGICOS
"Nomes Mágicos"
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Você já deve ter se perguntado do porque os pagãos se dão nomes e também dão nomes para seus instrumentos. Fazemos isso, não por um simples capricho. Há um porque disso. O nome ou simplesmente o "mote" trazem consigo uma vibração que ajuda o Pagão a se conectar com as energias daquele nome.
Por exemplo, se antes de se adotar um nome, fizer o estudo numerológico dele, você poderá pesquisar e adotar o nome que carrega a força de determinado número que necessita ou quer. Agora, se não quiser ter muito trabalho com cálculos, você pode adotar um nome de uma Deidade a qual você admira. Desta forma, você poderá receber algumas das características da Deidade. Escolhida, atente-se para o fato, de que, se o método da numerologia você teria o trabalho de fazer cálculos, neste último você terá que pesquisar a fundo tal Deidade para evitar excesso ou possível falta de algo. Ou ainda, adotar um simples nome que indica diretamente a característica que quer. Mais adiante listarei algumas sugestões de nomes com seus respectivos significados. E por último, poderá criar um nome sem se ater com os aspectos numerológicos, característicos de determinada Deidade. Neste caso, você poderá fazer, através de suas próprias atitudes com que ele se torne um nome de poder.
É importante ter em mente que além do nome escolhido trazer as características que você deseja, você e ele devem estar em harmonização perfeita. Não se batize perante os Deuses com um nome pelo simples fato de ter sido usado por um grande Deus. Sinta se ele realmente combina com você. Este nome ficará "anotado" para sempre.
Outra coisa importante, o nome é um caminho para você ficar mais íntimo com a Deusa e com o Deus. Sem dúvida, escolher o próprio nome mágico é uma tarefa difícil, porém excitante. E nunca se esqueça...As palavras trazem consigo PODER...O nome é uma palavra e portanto, você carregará este poder para sempre.
Depois de Ter encontrado seu nome mágico, você deve fazer um ritual (preferencialmente escrito por você) para se apresentar perante os Deuses (Deusa e Deus). Neste ritual, você deverá queimar um bom incenso, velas claras e uma música suave ou até mesmo dançante. Celebre este ritual criado por você como se fosse uma festa, o que o é, visto que você está nascendo dentro da casa da Deusa e do Deus. A partir do momento em que você gritar para Eles e para os quatro ventos o seu nome, você nasce para uma nova vida.
Após se apresentar para a Deusa e para o Deus, dê graças a Eles e peça que eles te reconheçam pelo nome dado. Após o pedido, pare em silêncio e faça uma viagem interior. Deixe sua imaginação levar o ritual. Se quiser lhe dê um presente. Terminado seu ritual, se desejar, faça uma reunião com seus amigos para comemorar seu nascimento.
O Poder do Nome
Quando nascemos é nos dado um nome. Durante nossa infância, adolescência muitas vezes somos apelidados por nossos amigos. Quando começamos a namorar ou quando casamos somos apelidados por nosso cônjuge e ainda, quando casamos muitas vezes mudamos de nome colocando ou tirando nossos sobrenomes, aí quando há um divorcio no meio do caminho, mudamos tudo novamente, voltando a acrescentar ou retirando o nome de nosso cônjuge. Quando decidimos nos tornarmos pagãos...mais um nome. E se não bastasse este monte de nomes que recebemos, trocamos, tiramos ou colocamos, passamos a nomear nossos instrumentos, nosso covens e por aí vai. Algumas pessoas explicam que estes montes de nomes não são por acaso. Indicam nossa evolução durante nossa vida. Outros ainda afirmam que os nomes representam nosso desenvolvimento durante o tempo de nosso aprendizado
Nesta vida. Se forem verdadeiras tais afirmações, não sei, porém uma coisa é certa, se nosso nome é exaustivamente pensado para ser escolhido, torna-se uma ferramenta importante para acelerar nossa evolução espiritual e a compreensão de nós mesmos. Quando fixamos nossos pés no caminho espiritual, a partir desse momento começamos a mudar. Trilhar por este novo caminho envolve uma série enorme e transformações físicas, psíquicas e espirituais. E o nosso nome influi neste processo. É o nosso nome que, também, serve de ferramenta mágica para nos fazer viajar em nossos caminhos individuais. Um simples nome pode ser símbolo de pura inspiração ou pode ser a causa de nossas vitórias ou fracassos. Este mesmo nome simples, pode nos associar com poderes elementares e nos presentear com muita energia em nossas vidas, mas também pode servir de chave para uma completa desolação. Eles podem enfatizar aonde nós vamos, o que somos e o que esperamos ser. Pode fazer nos sentir fracos, poderosos, sábios, inocentes ou arrogantes. Não existem limites ao que um simples nome pode trazer a nossa vida.
Procurando por um Nome
Você pode procurar por seu nome ideal através da projeção astral, da meditação e outros métodos. Para facilitar esse processo, o indicado é que se tranque a sete chaves em um aposento ou local tranqüilo e tenha a certeza que não será incomodado, seja por telefone, visitas inesperadas, etc. Pense:
"Eu estou procurando o nome que completa, que me renova. Quero o nome que me dê sabedoria, paz...aquele que me eleve perante os Deuses. Aquele que traga a transformação que necessito (ou crie sua própria frase). Em estado meditativo, visualize a importância de ter um nome que se enquadra dentro do que você procura. Fique aberto para ser levado para qualquer ponto do passado, para rituais, para ser surpreendido por qualquer fato. Preste atenção para escutar coisas que podem ser sussurradas para você. Não desanime se não conseguir seu nome nesta primeira tentativa. Tudo tem seu tempo certo para acontecer. Na mesma noite em que saiu a procura de seu nome seguindo as dicas acima, prestes atenção em seus sonhos.?
Ritual para apresentar seu Nome
Monte seu altar. Se o seu nome tiver um símbolo que o represente, coloque-o no altar. Por exemplo, se seu nome for águia selvagem, você pode colocar no altar uma pena para simbolizar seu nome. No mesmo altar, deixe a mão papel (pergaminho de preferência), uma caneta e um espelho. Deixe à mão, também, velas, incenso, água mineral e sal marinho, e se preferir, um instrumento musical que tenha preferência, ou um cd com a música que desejar. Abra seu círculo, chame os quadrantes convide as Deidades e diga o seguinte:
"Eu (diga o antigo nome) uso este nome pela última vez. Eu cresci, eu mudei. Eu evolui para a pessoa que se apresenta perante vocês neste momento. Já não sou mais ................ e já não tenho mais laços com este antigo nome que morreu na hora em que eu renasci".
Vá até o altar e escreva seu novo nome no papel. Passe o papel pela fumaça do incenso dizendo:
"Que (seu novo nome) seja consagrado pelos poderes do AR. Que o Ar me dê a força do intelecto, a claridade da visão a pureza do amanhecer no primeiro instante em que eu tiver da nova vida".
Segure o papel sobre a vela (cuidado para não pegar fogo)
"Que (seu novo nome) seja consagrado pelos poderes do Fogo. Que o Fogo me dê determinação, força e a energia existente em suas faíscas, durante toda a minha nova vida".
Borrife sobre o papel a água e diga:
"Que (seu novo nome) seja consagrado pelos poderes da Água. Que a água me dê a suave intuição, a profunda compreensão e a consciência dos mais profundos mistérios durante toda esta nova vida que nasce".
Enterre o papel no sal marinho dizendo:
"Que (seu novo nome) seja consagrado pelos poderes da Terra. Que a Terra me dê força e solidez, que me conecte com as energias da Mãe. Que me presenteie com uma consciência nova livre do temor das noites escuras".
No caldeirão, queime o papel dizendo em voz bem firme:
"Eu sou (nome novo)! Ar, Fogo, Água e Terra
Confirmo meu nome com orgulho.
Eu sou .............! Eu sou ....................! Eu sou ...................!"
Dirija-se para cada ponto cardeal e diga:
Norte, Eu sou ................... que o senhor me conheça a partir de agora!
Sul, Eu sou ................... que o senhor me conheça a partir de agora!
Leste, Eu sou ................... que o senhor me conheça a partir de agora!
Oeste, Eu sou ................... que o senhor me conheça a partir de agora!
Fique diante do altar e invoque pela Deusa e invoque o Deus Amada Deusa (repetir para o Deus), peço que abençoe, a nova criança que se apresenta diante de vós. Que abençoe meus passos daqui por diante, pois, a partir de agora sou seu filho. Que só terá boca para pronunciar seu Nome. Só terá olhos para ver o brilho de vós. Abençoe-me Mãe. Abençoe-me Pai. A partir deste momento eu sou .................! Feito isto, perca um tempo meditando no que acabou de fazer. Escute sua música, se olhe no espelho e repita seu nome. Encerre o ritual de modo habitual.
Sugestão de Nomes Mágicos
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GREGO
Feminino
Althea: Cura
Amarantha: Imortal
Ariadne: a Filha de sol Deus
Atena: Deusa de Sabedoria
Damra: Suavidade
Demeter/Demetra: Deusa da Colheita
Irene: Deusa de Paz
Pandora: Todo Talentoso
Trina: Pureza
Xena: Lugar Distante
Masculino
Adonis: Mocidade
Aeneus: Elogio Merecedor
Alexander: Grande Protetor
Ambrose: Imortal
Appolo: Varonil
Aristóteles: O Melhor
Artemus: São e salvo
Damian/Damon/Daymond: Constante
Jason: O Curandeiro
Orion: O Caçador
Sebastian: Majestoso
Xanthus: Cabelos dourados
LATIM
Feminino
Amanda: Merecedora de Grande Amor
Outono: Queda
Bellona: Deusa de Guerra
Diana: Deusa da Caça
Lena: a Sedutora
Luna: Lua
Mônica: Conselheira
Terra: Deusa da Terra
Vênus: Deusa de Amor
Masculino
Alban: Puro de Coração
Ardan/Arden/Ardin: Ígneo
Foster: o Guardião dos Bosques
Grifo: Besta Mítica
Max/Maxim/Maximillian: mais do que Excelente
Romulus: o Fundador Mítico de Roma
Rex: o Rei
Sylvanus: Deus das Florestas
CELTA
Feminino
Aislin: Sonho
Betha: Vida
Bonnie: Bonito
Brianna: O Forte e Poderoso
Duvessa: Beleza negra
Edana: Pouco Fogo
Edwina: o Amigo Próspero
Enid: O Espírito ou Alma
Guinevere/Gweneth: a Senhora Branca ou Justa
Kelly: o Guerreiro Feminino
Shannon: Pequeno Sábio
Ula: Jóia do Mar
Masculino
Ahern: Deus dos Cavalos
Aurthur: Nobre
Carlin: Pequeno Campeão
Cathal: Grande Guerreiro
Cullen: Bonito
Dallan/Dallas: Sábio
Donnovan: o Guerreiro negro
Duncan: Escuridão
Edan: Ígneo
Evan/Ewan/Ewen: o Guerreiro Jovem
Grady: Nobre
Kearney: Vitorioso
Murrough: o Guerreiro do Mar
INGLÊS
Feminino
Audrey: Força para Superar
Brook: Perto do Fluxo
Eadwine: Valioso Amigo
Edlyn: Nobre
Ella: a Mulher Bonita
Kendra: a Mulher Instruída
Leigh: Do Prado
Megan: Forte ou Capaz
Willa: O Desejado
Masculino
Alden/Aldin/Aldis: Velho Amigo
Garwin: o Camarada no Campo de batalha
Kenway: Tipo negrito na Batalha
Taliesin: Sobrancelha Brilhante
VÁRIOS
Aditi: Deusa
Ambika: Deusa de Poder e Destruição
Amma: Deusa de Mãe
Anala: Fogo
Ganesha: Deus da Sorte e da Sabedoria
Indra: Deusa do Poder
Manda: Deus do Oculto
Haimi {havaiano}: O Investigador
Kala {havaiano}: a Princesa
Kalevi {finlandês}: o Herói
Prisca {francês}: O Ancião
Haldis: Espírito de Pedra
Ramona: sábio
Velda: Grande Sabedoria
Alaric/Alarick: Regra
Aldrich: Regra Sábia
Arvin: o Amigo das Pessoas
Axel: o Pai daPaz
Derwin: o Amigo dos Animais
Dustin: o Lutador Valente
Garner: o Guerreiro Guardião
Humphrey: o Homem de Paz
Tate: Alegre
Warren: o Defensor
Aponi: Borboleta
Awenasa: Minha Casa
Enola: Só
Gaho: a Mãe
Kachina: o Dançarino Sagrado
Mascha: Coruja
Miakoda: Poder da Lua
Nahimana: Místico
Onatah: Filha da Terra
Satinka: o Dançarino Mágico
Tadewi: Vento
Taima: Trovão
Tuwa: Terra
Wakanda: Poder Mágico Interno
Descubrindo seu cigano(a)
Toda pessoa tem um Espírito Cigano que proteje o caminho da sua vida, este caminho é representado por números que vão de 01 à 16, sendo que em cada caminho exitem 3 Ciganos.
Sabendo a data de nascimento e o seu decanato, podemos encontrar seu Cigano protetor.
(totalmente baseado no livro Como descobrir e cuidar dos ciganos dos caminhos)
Exemplo:
29 / 08 / 1962
2+9=11 / 0+8=8 /1+9+6+2=18
11+8+18= 37
3+7= 10
O seu caminho é o número 10 , seu decanato é o primeiro. Então esta pessoa tem como protetor o Cigano Tarim.
Tabela dos Caminhos
Oferendas para os Espíritos Ciganos que Governam seus Caminhos
Cigana Ariana
Ingredientes:
4 punhados de trigo de quibe
4 punhados de arroz com casca
4 rabanetes
4 botões de rosa vermelha
4 punhados de açúcar cristal
4 moedas atuais
4 punhados de hortelã picadinha
1 vidro de água de flor de laranjeira
4 velas vermelhas
1 cesta de vime
1 folha de papel vermelho
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Forre a cesta com o papel. Passe simbolicamente os punhados de trigo e coloque-os dentro da cesta. Faça o mesmo com o arroz e o açúcar, arrumando-os separadamente na cesta. Faça o mesmo com os rabanetes e coloque-os sobre o açúcar. Passe as moedas no corpo e coloque-as em pé sobre o açúcar, em volta dos rabanetes. Passe no corpo os botões de rosa e espete-os no açúcar, com as moedas. Jogue os punhados de hortelã em volta dos botões e regue tudo com a água de flor de laranjeira.
Coloque a cesta pronta no alto de uma árvore. Acenda as velas junto ao pé da árvore e peça à cigana Ariana que abra seus caminhos.
Cigana Zímbia Taram
Ingredientes:
1 metade de pêssego em calda
1 morango
1 porção de fios de ovos
1 porção de arroz-doce feito somente com leite e açúcar
1 rosa vermelha
1vela vermelha
1 vasilha
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Coloque o arroz na vasilha; arrume o pêssego em cima, com o buraco do caroço voltado para o alto. Nesse buraco ponha o morango e espere nele a rosa.
Leve para uma estrada de barro, no sentido da subida, de preferência embaixo de uma árvore bem frondosa. Acenda a vela e entregue à cigana Zímbia Taram, pedindo a abertura dos seus caminhos.
Cigana Zingra
Ingredientes:
2 pedaços de pano lilás
2 punhados de arroz com casca
2 punhados de açúcar
2 doces finos
2 vela lilás
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Leve todo o material para junto de uma árvore bem frondosa. Passe os dois pedaços de pano no corpo, pedindo a abertura de seus caminhos. Arrume os panos debaixo da árvore. Passe simbolicamente os dois punhados de arroz no corpo e coloque em cima de cada pano. Faça o mesmo com os doces. Acenda uma vela em cada pano, pedindo à cigana Zingra a abertura de seus caminhos.
Cigana Sarita
Ingredientes:
1 porção de salada de frutas (sem abacaxi, nem tangerina)
½ copo de guaraná
1 pedaço de pano amarelo ouro
1 vela amarela
Modo de Fazer:
Fazer esta oferenda na Lua Cheia. Leve todo o material para junto de um rio ou de uma cachoeira. Faça uma salada de fruta e junte com meio copo de guaraná. Passe a salada simbolicamente pelo corpo, pedindo à cigana Sarita a abertura de seus caminhos. Depois entregue esta oferenda à beira do rio ou da cachoeira acendo a vela e reforçando seu pedido à cigana Sarita.
Cigana Rosita
Ingredientes:
2 rosas brancas
2 balas brancas
2 doces brancos
2 velas brancas
2 pedaços de pano branco
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Leve todo material para um jardim movimentado. Passe os pedaços do pano no corpo e arrume-os no chão. Passe no corpo as rosas, as balas e os doces, colocando-os um a um sobre os panos (uma rosa, uma bala e um doce em cada pano). Acenda as velas, uma em cada pano, e ofereça á cigana Rosita, pedindo a abertura de seus caminhos.
Cigana Wlavira
Ingredientes:
1 porção de ervilha seca
1 porção de hortelã miúda
1 pimenta do reino branca
3 pães árabes
1 prato de papelão prateado
1 tâmara
3 velas azuis
3 moedas atuais
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Cozinhe a ervilha e faça uma pasta. Misture a hortelã picadinha e a pimenta socada. Passe esta pasta nos pães e arrume-os no prato, um por cima do outro, como se fosse um sanduíche de três camadas. Coloque por cima de tudo a tâmara e as moedas.
Leve todo o material para junto de uma árvore bem frondosa. Passe simbolicamente o prato pelo corpo e coloque-o debaixo da árvore. Acenda as velas em triângulo em volta do prato e peça à cigana Wlavira a abertura de seus caminhos.
Cigana Saiam
Ingredientes:
1 romã cortada em três partes
3 moedas atuais
3 punhadas de cevada
3 velas azuis
3 punhados de açúcar mascavo
3 pratos de papelão prateado
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Leve todo o material para uma estrada. Coloque os pratos no chão. Passe simbolicamente no corpo os punhados de cevada e coloque em cada prato. Repita este processo com os punhados de açúcar e coloque-os por cima da cevada. Em seguida, faça o mesmo com as partes da romã e com as moedas. Acenda as velas em forma de triângulo, em volta dos pratos. Entregue à cigana Saiam, pedindo a abertura de seus caminhos.
Cigana Miroan
Ingredientes:
1 punhado de pétalas de rosa amarela
1 punhado de pétalas de rosa vermelha
1 punhado de pétalas de rosa cor de rosa
1 punhado de pétalas de rosa branca
1 maçã cortada em quatro pedaços
1 pêra cortada em quatro pedaços
4 pratos de papelão dourado
4 velas: 1 rosa, 1 amarela, 1 branca e 1 vermelha
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Leve todo o material para a beira de um rio. Arrume os pratos debaixo de uma árvore bem frondosa. Passe no corpo os pedaços de maçã, pedindo para abrir seus caminhos; coloque um pedaço em cada prato. Faça o mesmo com a pêra. Passe simbolicamente as pétalas de rosa colocando cada punhado de uma cor em cada um dos pratos. E pedindo à cigana Miroan a abertura de seus caminhos. Acenda cada vela no prato onde estiverem as pétalas da sua cor.
Cigana Ilarin
Ingredientes:
1 porção de arroz doce feito com casca de laranja
5 rosas amarelas
5 moedas atuais
5 velas amarelas
1 vidro de água de flor de laranjeira
1 prato de papelão dourado
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Coloque o arroz doce no prato e deixe esfriar. Retire os cabos das rosas; arrume-as sobre o arroz, bem no meio do prato. Coloque em volta as moedas. Jogue por cima de tudo a água de flor de laranjeira; depois passe simbolicamente no corpo, pedindo à cigana Ilarin que abra seus caminhos.
Coloque a oferenda na beira de um rio de águas limpas e acenda as velas juntas na frente do prato.
Cigana Sulamita
Ingredientes:
1 porção de arroz doce feito com cravo da índia (sem a cabeça), canela em pau e erva doce
1 flor de girassol
5 rosas vermelhas
5 moedas atuais
1 porção de fios de ovos
5 velas amarelas
1 prato de papelão dourado
Modo de Fazer:
Coloque o arroz doce no prato. No meio coloca o girassol. Em volta do girassol, arrume as rosas; em volta das rosas coloque os fios de ovos; e, em cima dos fios de ovos, coloque as moedas. Passe simbolicamente no corpo o prato já arrumado, pedindo à cigana Sulamita que abra seus caminhos
Leve a oferenda para a beira de um rio de água limpa e acenda as velas juntas diante do prato.
Cigana Wlanasha
Ingredientes:
1 bacia de ágata branca
6 peras
6 quindins
6 moedas atuais
6 punhados de arroz com casca
1 vela amarela
Modo de Fazer:
Faça essa oferenda na Lua Crescente. Coloque os seis punhados de arroz na bacia. No centro, arrume os doces. Em volta, arrume as peras e, em cima de cada doce, coloque uma moeda. Leve a oferenda para a beira de um rio. Passe simbolicamente a bacia no corpo. Coloque a bacia na água como se fosse um barco, e peça à cigana Wlanasha para abrir seus caminhos. Acenda a vela na beira do rio.
Cigana Wlanira
Ingredientes:
6 frutas diversas (exceto abacaxi e tangerina)
6 doces
6 punhados de arroz com casca
6 punhados de sementes de girassol
6 moedas atuais
6 velas amarelas
1 cesta de vime
Papel laminado dourado
Modo de Fazer:
Faça a oferenda na Lua Crescente. Forre a cesta com o papel. Arrume em metade da cesta, o arroz e, na outra metade, as sementes de girassol. Coloque os doces em cima do arroz e as frutas em cima das sementes de girassol. Espete cada moeda em um dos doces. Passe simbolicamente a cesta no corpo, pedindo à cigana Wlanira que abra seus caminhos.
Leve a oferenda a uma estrada que tenha árvores na beira. Conte seis árvores frondosas. Coloque a cesta no alto da sexta árvore, pedindo à cigana Wlanira que abra seus caminhos. Acenda as velas em volta da árvore.
Cigana Samara
Ingredientes:
7 pedaços de pau seco (que sirva para fazer uma pequena fogueira)
7 gotas de essência de canela
7 frutas
7 doces
7 pedaços de pano colorido
7 moedas atuais
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Leve todo o material para um lugar descampado, de terra batida, afastado da zona urbana. Faça uma fogueira com os sete paus. Quando a fogueira estiver acessa, jogue a essência no fogo. Passe os panos no corpo e coloque em volta da fogueira. Faça o mesmo com os doces e as frutas, colocando-os em cima dos panos. Espete uma moeda em cada doce, enquanto vai pedindo: “Pela força da cigana Samara e do fogo vivo, que meus caminhos sejam abertos”.
Cigana Zanair
Ingredientes:
7 maçãs
1 bacia de ágata branca
1 folha de hortelã
1 folha de manjericão branca
7 gotas de baunilha
7 punhados de açúcar
1 porção de fios de ovos
7 velas amarelas
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Coloque o açúcar numa panela para fazer uma calda. Quando estiver pronta, junte a folha de hortelã, o manjericão, a baunilha e as maçãs inteiras. Deixe cozinhar por alguns minutos, tomando cuidado para que as maçãs não desmancharem. Deixa esfriar. Coloque dentro da bacia e enfeite com fios de ovos.
Leve a oferenda para junto de uma árvore bem frondosa, na mata, com um rio próximo. Passe a bacia simbolicamente pelo corpo e peça à cigana Zanair a abertura de seus caminhos. Coloque a bacia no alto da árvore e acenda as velas juntas no pé da mesma.
Cigana Samila
Ingredientes:
1 cesta de vime
8 rosas brancas
8 balas brancas
8 pães árabes
8 cocadas brancas
8 lenços finos, cada um de uma cor: azul claro, rosa claro, verde claro, branco, lilás, vermelho, laranja e amarelo
8 velas brancas
8 moedas atuais
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Forre a cesta com os lenços, de forma que fiquem com as pontas pendentes para fora. Passe as cocadas simbolicamente no corpo e coloque-as no centro da cesta. Repita o ritual com as balas, colocando-as em volta das cocadas; em seguida faça o mesmo com as moedas e coloque-as em volta das balas. Agora repita o ritual com as rosas e arrume-as em volta das moedas. Por último passe os pães no corpo e coloque-os em pé ao redor das rosas.
Leve a oferenda para junto de um pé de eucalipto. Levante a cesta oito vezes e peça à cigana Samila que abra seus caminhos. Coloque a cesta ao pé da árvore. Acenda quatro velas do lado direito e quatro do lado esquerdo da cesta.
Cigana Carmelita
Ingredientes:
1 cesta de vime
8 rosas brancas
8 rosas amarelas
8 doces finos
8 peras
8 lenços finos amarelos
8 lenços finos brancos
8 moedas atuais
8 espiga de trigo
8 velas brancas
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Forre a cesta com os lenços, alternando um branco e um amarelo, e deixando as pontas pendentes para o lado de fora da cesta. Passe no corpo simbolicamente as peras e coloque-as no centro da cesta, sobre os lenços. Faça o mesmo com os doces e arrume-os em volta das peras. Passe no corpo as rosas amarelas e arrume-as em volta dos doces. Faça o mesmo com as rosas brancas e arrume-as em volta das rosas amarelas. Bata no corpo com o feixe das espigas de trigo, pedindo caminhos abertos à cigana Carmelita; arrume as espigas em volta das rosas. Por último, segure todas as moedas entre as mãos juntas e sacuda-as, pedindo prosperidade; a seguir espete cada moeda em uma das peras.
Coloque a cesta na beira de um rio limpo. Acenda quatro velas do lado direito e quatro do lado esquerdo da mesma, pedindo caminhos abertos.
Cigana Íris
Ingredientes:
9 maçãs vermelhas
9 lenços vermelhos
1 cesta e vime
9 rosas vermelhas
9 velas vermelhas
9 moedas atuais
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Forre a cesta com os lenços, de modo que as pontas fiquem pendentes para fora. Passe no corpo as maçãs, uma a uma, e vá colocando-as dentro da cesta. Depois passe no corpo as rosas e coloque-as em volta das maçãs. Repita o ritual com as moedas e jogue-as na cesta. Leve a oferenda para uma elevação onde exista uma árvore frondosa. Pendure a cesta em um galho da árvore, pedindo à cigana Íris para abrir seus caminhos. Acenda as velas juntas ao pé da árvore.
Cigana Marroquina
Ingredientes:
1 cesta de vime
9 peras
9 espigas de trigo
9 pedaços de fita de várias cores (exceto preto)
9 rosas vermelhas
9 velas nas cores das fitas
9 folhas de canela
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Passe as peras uma a uma pelo corpo, simbolicamente, e coloque-as no centro da cesta. Passe as rosas no corpo e coloque-as em torno das peras. Passe as fitas no corpo e arrume-as na cesta, de modo que as pontas fiquem penduradas para fora. Passe no corpo as folhas de canela e coloque-as sobre as fitas, em torno das rosas. Passe no corpo as espigas de trigo e coloque-as em pé, em volta de tudo.
Leve a oferenda para um lugar onde exista um mato limpo. Acenda as velas em volta da cesta e peça à cigana Marroquina abertura de seus caminhos e prosperidade.
Cigana Lemiza
Ingredientes:
10 botões de rosa branca
10 pedaços de fita azul
10 doces finos
5 velas brancas
5 velas azuis
1 cesta de vime pintada de branco
10 folhas de louro
1 lenço fino azul
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Leve todo o material para junto de uma árvore bem frondosa. Passe o lenço no corpo, forre com ele a cesta e amarre as fitas nas alças da cesta. Passe no corpo simbolicamente, os doces e coloque-os no centro da cesta. Passe no corpo os botões de rosa e coloque-os ao redor dos doces. Passe no corpo as folhas de louro, uma a uma, e coloque-as em torno dos botões. Levante a cesta dez vezes acima da cabeça, pedindo à cigana Lemiza para abrir seus caminhos.
Coloque a cesta junto a árvore. Acenda cinco velas de cada lado da cesta, deixando a frente livre. Volte a pedir à cigana Lemiza que abra seus caminhos, dando-lhe paz, saúde e prosperidade.
Cigana Zoraide
Ingredientes:
1 mamão verde cortado em fatias finas
1 coco cortado em fatias finas
1 porção de açúcar
1 rosa branca
10 moedas atuais
1 tigela de vidro
10 velas brancas
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Faça uma calda branca com o açúcar. Adicione as frutas e deixe cozinhar. Quando os doces estiverem prontos, deixe esfriar e depois coloque dentro da tigela. Em cima, bem no meio, coloque a rosa. Passe as moedas no corpo, simbolicamente, e coloque-as em volta da rosa. Leve a oferenda para junto de um rio ou de uma cachoeira, cuja beira haja pedras. Levante a tigela dez vezes acima da cabeça, pedindo abertura dos caminhos à cigana Zoraide. Coloque a tigela sobre uma pedra e acenda as velas todas juntas.
Cigana Conchita
Ingredientes:
1 bolo aromatizado com baunilha
11 morangos
11 moedas atuais
1 rosa vermelha
11 velas brancas
1 prato de papelão
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Leve todo o material para junto de uma árvore que tenha flores vermelhas ou cor de rosa. Passe o bolo simbolicamente pelo corpo e coloque-o no prato. Coloque os morangos em cima do bolo e os quibes a volta do bolo. Passe as moedas no corpo e espete-as no bolo. Arrume o prato junto a árvore. Acenda do lado esquerdo da oferenda as velas juntas, coloque a rosa no centro do bolo e peça à cigana Conchita a abertura dos caminhos.
Cigana Liliaq
Ingredientes:
12 lenços coloridos, em cores claras
1 cesta de vime
6 frutas (à sua escolha) partidas ao meio
12 velas coloridas (exceto preto)
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Arrume os lenços no cesto, com as pontas para fora. Passe as frutas no corpo, simbolicamente, e coloque-as no cesto. Leve a oferenda para uma campina. Coloque a cesta no chão. Acenda seis velas do lado direito e seis do lado esquerdo da mesma, pedindo à cigana Liliaq a abertura dos caminhos.
Cigana Saramim
Ingredientes:
6 romãs grandes
6 frutas do conde
1 cesta de vime
12 moedas atuais
12 velas brancas
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Passe as romãs no corpo e coloque-as na cesta. Faça o mesmo com as frutas de conde. Segure as moedas entre as mãos e agite bem, pedindo à cigana Saramim a abertura dos caminhos; depois jogue as moedas dentro da cesta. Coloque a cesta no alto de uma árvore bem frondosa e acenda as velas juntas no pé da árvore.
Cigana Raí
Ingredientes:
13 maracujás pequenos
13 velas brancas
13 moedas atuais
1 pano branco
Modo de Fazer:
Faça a oferenda na Lua Crescente. Leve todo o material para junto de uma árvore. Passe o pano no corpo e coloque-o no chão, diante da árvore. Passe os maracujás e as moedas no corpo e coloque-os em cima do pano. Acenda uma vela atrás da árvore, seis do lado direito e seis do lado esquerdo do pano pedindo a abertura dos caminhos à cigana Raí.
Cigana Zaina
Ingredientes:
13 rosas brancas
13 velas brancas
13 punhados de arroz com casca
13 punhados de sementes de girassol
13 punhados de açúcar cristal
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Leve todo o material para o mato. Passe no corpo os punhados de arroz, um a um, e vá arrumando-os no chão, formando um caminho. Volte para o início, passe no corpo as sementes de girassol e arrume-as ao lado do arroz. Volte e passe no corpo simbolicamente o açúcar e arrume-o ao lado das sementes de girassol. Volte, passe no corpo as rosas, corte seus cabos e coloque-as dispersas sobre o caminho. Volte e acenda as velas espalhadas ao lado do caminho pedindo à cigana Zaina a abertura dos caminhos.
Cigana Najara (Cobra Naja)
Ingredientes:
1 porção de salada de fruta (exceto abacaxi e tangerina)
14 rosas amarelas
14 lenços coloridos, em cores claras, predominando o amarelo ouro
Papel laminado dourado
14 moedas atuais
1 cesta de vime
14 velas de cores diversas (exceto preto); as cores podem ser repetidas
14 fitas coloridas finas, com a medida igual à altura da pessoa que vai fazer a oferenda
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Forre a cesta com o papel. Coloque nela os lenços, de modo que as pontas fiquem para fora. Coloque a salada dentro da cesta e ponha a rosa por cima. Passe as moedas no corpo e jogue uma a uma dentro da cesta, pedindo à cigana Najara a abertura dos caminhos.
Leve o material para junto de uma árvore no mato. Levante a cesta quatorze vezes, fazendo seu pedido; a seguir, coloque-a no alto da árvore. Passe cada uma das fitas no corpo e estique-as em volta da árvore, formando raios como os de uma roda, pedindo a abertura de seus caminhos. Em cada ponta das fitas distante da árvore, acenda uma vela, pedindo à cigana Najara tudo de bom.
Cigana Katiana Natasha
Ingredientes:
14 ímãs em forma de ferradura
2 pés de cera
1 salada de frutas temperada com açúcar mascavo e licor de menta
1 cesta de vime em que caibam os pés de cera
7 rosas vermelhas
7 rosas amarelas
14 lenços coloridos
Papel laminado dourado
14 moedas atuais
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Forre a cesta com o papel. Coloque dentro os lenços, com as pontas pendentes para fora. Passe os pés de cera nos seus pés e coloque-os na cesta. Passe a salada de fruta na sola dos seus pés e coloque-a dentro dos pés de cera. Passe sete ímãs em cada um de seus pés e arrume-o em torno dos pés de cera. Passe as moedas no corpo e coloque uma a uma em cima de cada ímã. Passe as rosas vermelhas no corpo e coloque-as ao redor dos pés de cera. Faça o mesmo com as rosas amarelas e coloque-as em volta das rosas vermelhas.
Leve a oferenda para uma estrada de subida, de preferência sem calçamento. Coloque a cesta no alto de uma árvore na beira da estrada, pedindo elevação e abertura de caminhos à cigana Katiana Natasha.
Cigana Carmencita
Ingredientes:
15 espelhos pequenos
1 cesta de vime
Papel laminado vermelho
15 maçãs
15 rosas vermelhas
15 velas brancas
15 moedas atuais
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Forre a cesta com o papel. Passe as maçãs no corpo pedindo abertura dos caminhos à cigana Carmencita, e coloque-as no centro da cesta. Depois pegue os espelhos, um a um, e mire-se neles, pedindo à cigana Carmencita que abra seus caminhos e coloque coisas boas neles. Arrume os espelhos em pé em volta das maçãs. Passe simbolicamente as rosas no corpo, tire os cabos e coloque as flores na frente dos espelhos. Passe as moedas no corpo e coloque-as uma a uma perto das rosas.
Leve todo material para uma rua de subida, arborizada. Ande um pouco, levando a cesta; depois a coloque ao pé de uma árvore bem frondosa. Acenda as velas juntas e ofereça à cigana Carmencita.
Cigana Zaira
Ingredientes:
1 cesta de vime
1 pedaço de pano estampado (sem amarelo e preto)
15 frutas (exceto abacaxi e tangerina)
15 moedas atuais
15 doces árabes finos
15 rosas vermelhas
15 velas vermelhas
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Forre a cesta com o pano, de modo que as pontas fiquem pendentes para o lado de fora. Passe as frutas no corpo e coloque-as dentro da cesta. Faça o mesmo com as rosas, os doces e, por último, as moedas. Leve a oferenda para um lugar bem arborizado. Coloque a cesta no pé de uma árvore. Acenda sete velas do lado direito, sete do lado esquerdo e uma na frente da cesta, pedindo à cigana Zaira abertura dos caminhos.
Cigana Iasmim
Ingredientes:
16 moedas atuais
16 rosas brancas
16 cocadas brancas pequenas
16 uvas verdes
16 pedaços de fita azul-clara
2 perfumes
2 pentes
2 espelhos
2 sabonetes perfumados
16 lenços finos azul-claros
2 escovas de cabelo brancas
2 bacias de ágata
16 velas azul-claras
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Leve todo o material para uma praia; leve um acompanhante para ajudá-lo. Fique descalço na beira da água, molhando só os pés. Peça para seu acompanhante para segurar uma das bacias perto de você. Passe no corpo as cocadas e coloque-as no meio da bacia. Passe no corpo as uvas e coloque-as em volta das cocadas. Passe no corpo as fitas e arruma-as na bacia com as pontas para fora. Faça o mesmo com as rosas sem o cabo, as moedas, um perfume, um pente, um espelho, uma escova de cabelo e um sabonete, colocando tudo dentro da bacia. Em seguida pegue a bacia e coloque na água, como se fosse um barco, pedindo à cigana Iasmim abertura dos caminhos.
Volte para a beira da praia. Arrume os lenços na outra bacia, com as pontas para fora. Coloque dentro da bacia um pente, um espelho, um perfume, um sabonete e uma escova de cabelo. Leve para água e ofereça à cigana Iasmim, na força da Deusa do Mar, para que abra seu caminho; em seguida, coloque a bacia na água como se fosse um barco. Acenda as velas todas juntas na areia da praia.
Cigana Zaida
Ingredientes:
1 porção de salada de frutas (pêra, uva verde, banana, melão, laranja e maçã) temperada com açúcar cristal
16 velas azuis
16 rosas brancas
16 moedas atuais
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Leve todo o material para a beira da praia. Com um pedaço de pau, desenhe na areia uma grande estrela de cinco pontas. Entre no meio da estrela. Em cada ponta, pelo lado de dentro, espete três rosas, acenda três velas e coloque três moedas. A seguir, fique de pé no centro da estrela, de frente para o mar. Passe a salada pelo corpo deixando cair no centro da estrela. Ao terminar, afasta-se um pouco para o lado; acenda a última vela e coloque a última moeda e a última rosa no meio da salada que ficou na areia. Saia da estrela ajoelhe-se na areia de frente para o mar e peça à cigana Zaida a abertura de seus caminhos.
Cigano Wlais
Ingredientes:
1 inhame cará
1 porção de mel
1 prato de papelão prateado
1 cacho de uva verdes
16 moedas atuais
16 velas brancas
1 pedaço de pano branco
16 fitas prateadas
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Cozinhe o cará e descasque-o usando uma moeda. Amasse-o com mel. Faça com essa massa um coração dentro do prato. Leve todo o material para uma praia, mas fique um pouco distante da água. Abra o pano no chão e coloque o prato em cima. Passe simbolicamente o cacho de uvas no corpo e coloque-o em cima do coração. Faça o mesmo com as moedas, espetando-as em cima do coração, pedindo ao cigano Wlais abertura dos caminhos. Passe as fitas no corpo, uma a uma, e estique no chão, de junto do prato para fora, na direção de seus pés. Faça assim vários caminhos de fitas, pedindo sempre abertura dos caminhos. Acenda uma vela do lado esquerdo de cada fita, no meio do seu comprimento ( se acender na ponta fecha os caminhos).
Cigano Diego
Ingredientes:
15 mangas espada
15 ímãs em forma de ferradura
15 pratos de papelão prateado
Mel
15 moedas atuais
15 velas brancas
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Percorra 15 ruas ou 15 caminhos, levando os materiais da oferenda. Em cada rua ou caminho, passe no corpo uma manga, um ímã e uma moeda; coloque-os em um dos pratos, cobrindo com fio de mel. Ponha-o no chão e acenda junto uma das velas. Faça isso até completar os 15 caminhos ou ruas, pedindo sempre ao cigano Diego abertura dos caminhos.
Cigano Ramires
Ingredientes:
1 abacate grande, cortado ao meio e sem caroço
1 porção de arroz com casca
1 porção de canela em pó
1 porção de açúcar branco
1 porção de amendoim torrado, descascado e moído
1 porção de açúcar mascavo
1 vela verde
1 prato de papelão dourado
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Misture o arroz com o açúcar branco e a canela. Faça uma paçoca do amendoim misturado com o açúcar mascavo e canela. Coloque as duas partes do abacate no prato. Encha uma das partes com o arroz e a outra com a paçoca. Passe simbolicamente o prato no corpo e leve para o mato fechado. Ao entrar no mato, acenda a vela, pedindo licença para entrar. Coloque o prato no chão e peça ao cigano Ramires a abertura dos caminhos.
Cigano Ramon (Ramão)
Ingredientes:
13 pedaços de galhos secos
13 gotas de essência de canela
13 pedaços de pano lilás, cortados no feitio de lenços
13 moedas atuais
13 velas lilases
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Leve todo o material para o mato. Faça uma fogueira com os galhos. Em seguida passe os panos no corpo, pedindo a abertura dos caminhos. Jogue-os no fogo, dizendo: “Estou queimando toda a negatividade do meu caminho.” Jogue as moedas na fogueira dizendo: “Estou pagando para que meus caminhos sejam abertos.” Acenda as velas ao redor da fogueira e ofereça ao cigano Ramon.
Cigano Rochiel
Ingredientes:
1 melão grande
1 molho de hortelã miúda
11 moedas atuais
11 velas brancas
1 prato de papelão prateado
1 porção de açúcar cristal
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Faça um corte no melão semelhante a uma tampa e reserve. Faça uma rodilha com o molho de hortelã no centro do prato e coloque o melão em cima. Leve todo o material para junto de um bambuzal. Coloque o prato no chão, debaixo dos bambus. Passe as moedas no corpo e jogue dentro do melão. Jogue o açúcar por cima (dentro da fruta) e coloque a tampa (feita com o pedaço do melão). Acenda as velas juntas ao lado do prato, pedindo a abertura dos caminhos ao cigano Rochiel.
Cigano Killiaq
Ingredientes:
12 frutas do conde
12 moedas atuais
12 velas brancas
12 quibes
2 travessas de madeira
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Cheia. Leve todo o material para junto de uma pedra. Passe as frutas do conde no corpo e coloque-as em uma das travessas. Passe os quibes no corpo e coloque-os na outra travessa. Passe as moedas no corpo; espete seis delas nas frutas e as outras seis nos quibes. Coloque a travessa com as frutas sobre a pedra; acenda junto dela seis velas juntas. Coloque a outra travessa no chão, junto à pedra; acenda as outras seis velas junto dela e peça a abertura dos caminhos ao cigano Killiaq.
Cigano Bóris
Ingredientes:
11 quibes
11 doces
11 moedas atuais
11 velas marrons
1 prato de papelão
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Leve todo o material para junto de uma árvore bem frondosa. Coloque o prato junto da árvore. Passe os quibes simbolicamente no corpo, e coloque-os no prato. Faça o mesmo com os doces e com as moedas, espetando uma moeda em cada doce. Acenda as onze velas juntas perto do prato e peça abertura de seus caminhos ao cigano Bóris.
Cigano Tarim
Ingredientes:
1 cacho de uvas verdes
10 velas brancas
10 balas brancas
10 moedas atuais
1 pano branco
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Leve todo o material para junto de um pé de pata-de-vaca. Passe o pano corpo e coloque no chão, junto a árvore. Passe simbolicamente no corpo o cacho de uvas e coloque-o sobre o pano. Passe no corpo as balas, arrumando-os em torno das uvas. Faça o mesmo com as moedas. Acenda cinco velas do lado direiuto e cinco do lado esquerdo do pano, pedindo ao cigano Tarim que abra seus caminhos.
Cigano Kapistiano
Ingredientes:
9 quibes
9 pães árabes
9 peras
9 punhados de arroz com casca
9 favas de carvalho
9 moedas atuais
9 pedaços de pano b ranço
9 velas brancas
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Leve todo o material para frente de uma praia, mas em um local que as ondas do mar não alcancem. Passe os pedaços de pano no corpo e arrume-os no chão. Repita o processo o ritual com os punhados de arroz, colocando cada um em cima de um dos panos e com os pães, colocando-os também sobre os panos. Agora passe no corpo as peras e coloque-as sobre os pães. Faça o mesmo com os quibes, as favas e as moedas, pedindo ao cigano Kapistiano a abertura de seus caminhos. Acenda uma vela por trás do grupo de panos, quatro do lado direito e quatro do lado esquerdo dos mesmos.
Cigano Artêmio
Ingredientes:
1 prato de papelão prateado
1 pão doce grande
8 ímãs pequenos em forma de ferradura
8 moedas atuais
8 balas brancas
1 porção de mel de abelha
1 fava divina
8 velas brancas
8 folhas de eucalipto
1 faca virgem
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Leve todo o material para a beira de uma estrada de barro onde exista uma árvore bem frondosa. Passe simbolicamente o pão no corpo; corte-o ao meio com a faca virgem e coloque-o aberto no prato. Passe cada um dos ímãs no corpo, pedindo que atraiam coisas boas para você, e vá arrumando-os sobre uma das metades do pão. Passe as balas no corpo, uma de cada vez, e coloque cada uma em cima de um dos ímãs. Por cima das balas e dos ímãs coloque a fava divina. Coloque o mel por cima e cubra com a outra metade do pão, como se fosse um sanduíche. Passe as moedas no corpo e espete-as no pão, em linha reta. Coloque as folhas de eucalipto em volta do pão, para enfeitar.
Levante o prato oito vezes, de frente para o sol, e peça ao cigano Artêmio para abrir seus caminhos. Coloque junto à árvore; acenda quatro velas do lado direito e quatro do lado esquerdo do prato.
Cigano Hiago
Ingredientes:
7 pedaços de pano, cada um de uma cor (exceto preto)
7 punhados de aipim cru ralado
7 damascos
7 tâmaras
7 morangos
7 cerejas
7 moedas atuais
7 velas nas mesmas cores dos panos
7 punhados de açúcar cristal
Modo de Fazer:
Faça essa oferenda na Lua Crescente. Procure um lugar que tenha sete caminhos ou ruas não asfaltadas (não é para fazer a oferenda na encruzilhada). Em cada um dos sete caminhos faça o seguinte: Escolha um dos pedaços de pano (a cor fica ao seu critério). Passe-o no corpo e coloque no chão. Passe no corpo simbolicamente um punhado de aipim misturado com açúcar cristal e coloque-o sobre o pano. Passe no corpo um damasco e coloque-o sobre o aipim. Faça o mesmo com uma tâmara, um morango, uma cereja e uma moeda. Passe no corpo a vela da cor do pano e acenda-a junto da oferenda, pedindo ao cigano Hiago a abertura dos seus caminhos.
Repita o mesmo ritual até completar os sete caminhos. No último, diga as seguintes palavras: “Cigano Hiago, vós que fostes o guardião que abria os caminhos para os ciganos passarem, peço que abrais meus caminhos para que eu possa conseguir meu ideal.”
Cigano Wladimir
Ingredientes:
6 claras de ovo
Corante para bolo, na cor azul
12 colheres de sopa de açúcar
6 moedas atuais
6 morangos
6 cerejas
1 vela azul
1 bacia de ágata branca
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Bata as claras em neve com o açúcar e o corante, para fazer um suspiro azul. Coloque o suspiro dentro da bacia. Por cima coloque, no centro, os morangos, as moedas; e em volta das moedas, as cerejas.
Leve a oferenda para a beira de um rio de água limpa. Passe simbolicamente a bacia pelo corpo, pedindo ao cigano Wladimir que abra seus caminhos. Coloque a bacia na água, como se fosse um barco, pedindo que, junto à força de Wladimir, as águas limpem seus caminhos. A seguir, acenda a vela na beira do rio.
Cigano Ferran
Ingredientes:
5 pães árabes
5 doces árabes
5 quibes
1 porção de ervilha cozida
1 pitada de sal
1 pimenta do reino branca
5 damascos
5 velas amarelas
1 cesta de vime
Papel dourado
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Forre a cesta com o papel. Faça uma pasta com a ervilha; junte o sal e a pimenta do reino branca. Passe essa pasta nos pães. Passe simbolicamente no corpo os pães, pedindo a abertura de seus caminhos. Coloque-os em pé dentro da cesta, dispostos na volta toda. Repita o ritual com os doces, colocando-os, em seguida, no centro da cesta. Passe simbolicamente, os quibes no corpo e arrume-os em volta dos doces. Faça o mesmo com os damascos e coloque cada um junto com os pães.
Leve todo material para junto de uma árvore bem frondosa. Levante cinco vezes a cesta acima da sua cabeça e peça ao cigano Ferran que tire todos os obstáculos de seu caminho. Coloque a cesta no alto da árvore e acenda as velas junto ao pé da mesma.
Cigano Tiago
Ingredientes:
1 porção de trigo de quibe
1 porção de frutas cristalizadas picadinhas
4 pratos de papelão prateado
4 morangos
4 folhas de hortelã miúda
4 moedas atuais
4 velas verdes
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Faça um mingau grosso (cozido) com o trigo e um pouco de água. Coloque um pouco do mingau em cada prato e deixa esfriar. Em seguida, ponha um morango e, à sua volta, frutas cristalizadas picadinhas, uma folha de hortelã miúda e uma moeda, em cada prato, sobre o mingau. Quando os pratos estiverem completos, passe-os simbolicamente pelo corpo pedindo ao cigano Tiago a abertura de seus caminhos.
Leve os pratos para um campo verde e limpo e acenda uma vela em cada prato, oferecendo ao cigano Tiago.
Cigano Pedrovik
Ingredientes:
3 mangas espada
3 punhados de cevada
3 moedas atuais
1 prato de papelão ou uma folha de mamona bem grande
3 velas azuis
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Leve todo o material para uma estrada. Coloque o prato ou folha de mamona no chão. Passe no corpo simbolicamente os punhados de cevada e coloque-os no prato ou mamona. Coloque por cima da cevada, as mangas e em seguida as moedas. Acenda as velas em forma de triângulo, em volta do prato, e entregue ao cigano Pedrovik, pedindo a abertura de seus caminhos.
Cigano Pablo
Ingredientes:
1 melão cortado em duas metades
2 velas azuis
2 punhados de açúcar misturado com canela
1 pano azul
Água de anil (porção para um banho)
Modo de Fazer:
Faça esta oferenda na Lua Crescente. Leve o material (exceto a água de anil) para junto de uma árvore frondosa. Passe o pano em seu corpo e arrume-o debaixo da árvore. Passe simbolicamente as duas partes do melão no corpo e arrume sobre o pano. Faça o mesmo com os dois punhados de açúcar e coloque cada punhado de açúcar dentro de cada parte do melão. Em seguida repita este procedimento com as velas e acenda cada uma junto à ponta de cada um dos panos pedindo ao cigano Pablo a abertura de seus caminhos.
Chegando a casa, tome um banho com a água de anil.
sábado, 28 de setembro de 2013
BORI
União da palavra Bó, que em Ioruba significa oferenda, com Ori, que quer dizer cabeça, surge o termo Bori, que literalmente traduzido significa “ Oferenda à Cabeça”
´
ICOCO ORI – A NUCA
OPA OTUM – O LADO DIREITO
OPA OSSI – O LADO ESQUERDO
O Bori prepara a cabeça para que o Orixá se possa manifestar plenamente. Entre as oferendas que são feitas ao Orí algumas merecem menção especial.
É o caso da galinha de Angola, chamada Etun ou Konkém no Candomblé; ela é o maior símbolo de individualização e representa a própria iniciação. A Etun é adoxu (adosú), ou seja, é feita nos mistérios do Orixá. Ela já nasce com Exú, por isso se relaciona com o começo e com o fim, com a vida e a morte, por isso está no Bori e no Axexê.
O peixe representa as potencialidades, pois a imensidão do oceano é a sua casa e a liberdade o seu próprio caminho. As comidas brancas, principalmente os grãos, evocam fertilidade e fartura. Flores, que aguardam a germinação, e frutas, os produtos da flor germinada, simbolizam a fartura e a riqueza.
O pombo branco é o maior símbolo do poder criador, portanto não pode faltar. A noz cola, isto é, o obi é sempre o primeiro alimento oferecido a Ori; é a boa semente que se planta e se espera que dê bons frutos.
Todos os elementos que constituem a oferenda à cabeça exprimem desejos comuns a todas as pessoas: paz, tranquilidade, saúde, prosperidade, riqueza, boa sorte, amor, longevidade, mas cabe ao Orí de cada um eleger as prioridades e, uma vez cultuado como deve ser, proporciona-as aos seus filhos.
Orixá começa com Orí.
“Para dar o Bori, o abiã passa por um processo de ‘limpeza espiritual” que chamamos de ebó ou sacudimento. Tudo com frutas, legumes, grãos, sementes e claro, cortando também para o Exu ou pombo Gira daquela pessoa; pois, é sempre bom lembrar que são os Exus que abrem as estradas. Depois de passar pelas ervas sagradas (amassi), faz-se então o fundamento e o abiã recolhe-se por 3 dias dentro da roça, não sendo ainda na camarinha, mas em um local sagrado, junto da Mãe Criadeira.
O bori também pede obrigações, como osé (limpeza), carinho, dedicação e “dar novas comidas a cada 1 ano (lembrando que muitos abiãs não completam 1 ano de bori, acabam partindo para a feitura de santo).
se assenta primeiro o Bori, representando Oxalá e Iemanjá e depois se concretiza o assentamento do Orixá daquele Iaô.
A cabeça de dois.
"Ori-Meji". Ori = Cabeça. Meji = dois. Assim, Ori-Meji =
Cabeça de Dois! Mas o que isso significa, hein? Significa que
a pessoa que tem o Ori-Meji tem dois Orixás como donos de sua cabeça.
O que NÃO seria um exemplo de Ori-Meji:
Eu sou de Oyá COM Ogun, e tenho Oxum como terceiro.
Oyá é a dona da minha cabeça, Ogum é meu juntó e Oxum
é o terceiro.
O que SERIA um exemplo de Ori-Meji:
Eu sou de Oyá E Ogum, e meu JUNTÓ é Oxum.
Assim sendo, tanto Oyá como Ogum são os donos da minha cabeça.
Outro exemplo: Eu sou de Oxaguian E Oxum, sendo Ori-Meji.
Algumas casas raspam metade do cabelo do Yawô Ori-Meji
para um Orixá, e a outra metade para o outro. Assim, se
fosse , raspariam metade da cabeça para
Oxaguian, e a outra metade para Oxum. Os dois Orixás que
são donos da cabeça podem vir em Terra em meu Ori.
Não se TORNA Ori-Meji, se NASCE Ori-Meji.
Preceito
após o Bori
Não comer carne vermelha
Não comer frios
Não tomar café
Não tomar coca cola
Evitar também frutas acida exemplo o abacaxi...
Não comer carne de porco nem seus derivados
Não passar debaixo de escadas ou arame farpado.
Procurar usar roupas de cor clara.
Cobrir a cabeça (lenço ou boné) para sair no sereno, sol, chuva, evitando também horas de pico 03Hrs, 6Hrs, 12Hrs, 15Hrs, 18Hrs, 00Hrs.
Não ir a cemitérios, hospitais, farmácias, bares, igrejas, salões de festas.
Não beber bebidas alcoólicas e jamais fazer sexos.
Não falar palavrões e pensamentos ruins.
Antes de dormir rezar e depois que for levantar-se também.
Não comer pimentas ou condimentos fortes como azeite de dendê, óleo de pequi.
Não sentar imediatamente quando uma pessoa se levanta.
Não cumprimentar pegando nas mãos ou abraçar pessoas durante o preceito.
Se for fumante evitar fumar em lugar fechado.
Não assobiar e nem estralar os dedos.
Evitar banhos muito quentes na cabeça.
Em caso de precisar ir a hospitais ou farmácias, após entrar em contato com seu zelador.
Quando morremos o Orí Inú retorna ao Orun juntando-se ao Orí Òde e ambos se desfazem aos pés de Olorun. Nossa memória, nossa energia contida, se juntará a nossa família de antepassados através do ritual de Axexe e toda a liturgia de liberação corpo/matéria – Energia/Orixá.
O Orí se comunica através de dois principais odús, Obará e Osá e, dois também são os Orixás que apadrinham o Orí: Oxalá na qualidade exclusiva de Babá Ajalá, o modelador de Orís e Yemanjá na qualidade exclusiva de Iyá L’Orí, a regência da Inteligência humana, ambos conferidos por Olorun.
Existem vários tipos de Eborí, e, em todos, o uso o Obí, fruto africano sagrado e fundamental. Para todo esse conceito, existem procedimentos básicos a se cumprir antes de se tomar um Borí: Estar conciente da necessidade de tomar um borí, uma vez que através do jogo, seu Orí se posicionou nesse sentido; estar convicto da indoneidade da casa e sua Raíz e Axé; Estar ciente do preceito propiciatório de quando se toma um borí; Estar confiante na mão do zelador e o seu comportamento e de seus filhos.
E para que tudo ocorra na mais perfeita consonância de energias, é necessário e importantíssimo que todos estejam concentrados e envolvidos, todos num só pensamento positivo, numa união consentida de entrega e troca de energias. As oferendas serão partilhadas promovendo o concílio de fé, seriedade e irmandade.
Respeita-se o Orí da pessoa que está tomando a obrigação, tal igual fosse o seu, rezas, cantigas entoadas, levan-nos a uma festa prazeirosa onde celebramos o Orí.
REZA
APÉ RÉ ORI Ô – Nos pedimos boa sorte ao Orí
ADA NIXE WE – por que a cabeça tem muita luta
MO JUBÁ BE O ORÍ O – eu lhe saúdo minha cabeça
ADA NIXE WE – que tem muito a fazer
A N LÉSÉ ORIXÁ. – aos pés do Orixá
Rezaa do dia
(quando o dia amanhecer)
Olo ojo oniObara meji, delogum.Obaraxé obaraji edemim.Olo ojo oniObara meji, delogum.Obaraxé obaraji edemim
Obs. louvar orixas antes do .........
Reza
Baba mi ecicam mojubare.Baba mi acarande mojubare.Guiam mi ecicam mojubare.Ia mi açocam mojubare.Ia mi ode.Olunte mojubare.Oxossi oram barue mojubareIa masse oro barue mojubare.Dada ajaká mojubare.Ia mei oxum mojubare.Ogum mojubare.
APÉ RÉ ORI Ô – Nos pedimos boa sorte ao Orí
ADA NIXE WE – por que a cabeça tem muita luta
MO JUBÁ BE O ORÍ O – eu lhe saúdo minha cabeça
ADA NIXE WE – que tem muito a fazer
A N LÉSÉ ORIXÁ. – aos pés do Orixá
Rezaa do dia
(quando o dia amanhecer)
Olo ojo oniObara meji, delogum.Obaraxé obaraji edemim.Olo ojo oniObara meji, delogum.Obaraxé obaraji edemim
Obs. louvar orixas antes do .........
Reza
Baba mi ecicam mojubare.Baba mi acarande mojubare.Guiam mi ecicam mojubare.Ia mi açocam mojubare.Ia mi ode.Olunte mojubare.Oxossi oram barue mojubareIa masse oro barue mojubare.Dada ajaká mojubare.Ia mei oxum mojubare.Ogum mojubare.
ORI
"KÓ SOOSA TÍÍ DANI GBÉ, LEYIN ENI ÒRÍ"
Nenhum Deus abençoa o homem, sem que sua cabeça o permita
Primeiro o que viria a ser um "Bòrí" ou Ebori? A cerimônia do Bori, diga-se de passagem a mais importante entre tantas, é o ato de dar comida, ou seja, alimentar o seu ori (cabeça). Na concepção candomblecista, ori é feminino, conhecida também como Iya Ori. Assim, o bori é alimentar aquilo que dá sustento a vida, a própria cabeça. Quando viemos ao Aye (terra), nós escolhemos o que vamos ser, daí aquela expressão: "Meu destino é esse". A essa escolha, feita no orun chamamos de Odu-Labori, que nada mais é que o destino que escolhemos para nós. Em um dos poemas de Ifá que relata sobre a função do Ori, precisamente sobre o Odu Ogunda, orumila revela que "enquanto dermos comida ao nosso Orixá, ele nos cobre e depois recolhe. Somente o Orixá ÒRÍ é capaz de nos levar ao infinito, até o final de nossa vida. Mesmo se nosso òrìsà está bem, só ficará tudo bem se o nosso Òri estiver também". Acima de nosso Orixá individual, está o nosso Òrì. ÒRÍ = força que orienta o que é bom ou ruim para cada pessoa, é individual. O ÒRÍ tem que ser respeitado, se a pessoa não aceitar é porque o seu ÒRÍ não está aceitando. Ainda sim, é relatado por Orumila que:
O ÒRÍ supera todos os orixás, o ÒRÍ é um Imole, ligado só para o bem (da pessoa),. O ÒRÍ é a nossa censura. O ÒRÍ não se trai, não se engana, é a nossa própria consciência (os valores mais puros). Isso vem explicar a índole de pessoas más, mesmo nascidas em famílias boas, independente da formação, pessoas sofridas que tem a capacidade de amar, odiar, etc...Partindo dessa concepção de ori, concluimos antes de qualquer procedimento de iniciação temos que agradar a ori e a forma de agradar e manter saudável um ori é atraves da cerimônia de Bori. Sendo assim, temos dois tipos básicos de bori: O que prepara a cabeça para para uma iniciação, ou seja, um pré-requisito em que primeiro se cuida de Iya Ori para depois cuidar do orisa pessoal, que para alguns chamam-no de "bori feitura". O outro é aquele que é feito para se cuidar de um problema que atinge a pessoa através do agrado a Ori, sem que haja necessidade de feitura.
Logo, o bori feitura, é o destinado a quem vai ser iniciado, pois é uma alimentação adequada e própria para iniciaçãop que o ori recebe. Lembrando que que para tanto, já é descrito por orumila tambem que só existem 6 (seis) bichos para o ori: pombo, peixe, pato, franga, galinha d’angola e o igbin.
Bí o bá máá lówó
Se você quer ter dinheiro
Bèèrè si òrì rè
Pergunte a seu òrì
Bí o bá máá sòwò
Se você quer ser reconhecido
Bèèrè si oríí rè wò
Pergunte antes a seu orí
Bí o bá máá Kolé
Se você quer ter casa
Bèère si oríí rè
Pergunte ao seu orí
Bí o bá máá láya o
Se você quer ter esposa
Bèère si oríí rè wò
Perguntes antes ao seu orí
Oríí máse pekun de Orí,
não me feche as portas
L’ódò rè ni mo mbó
Para você que eu sigo (eu vou)
Wá, sayáè mi di rere
Venha, faça meu caminho ser bom (próspero)
ORIN ÒRÌ
Òrì mi ò sérere fun mi
Meu orí faça o bem para mim
Òrì mi ò sérere fun mi
Meu orí faça o bem para mim
Òrì oka ni sanu oka
Òrì ejo ni sanu ejo
A cabeça da serpente não a maltrata
Afo mope ni sanu ope
A trepadeira da palmeira não a maltrata (parasita)
Òrì mi ò sérere fun mi
Meu orí faça o bem para mim
ÀDÚRÀ TI ORÍ
Orí ení kini sàka ení
Cabeça que está purificada na esteira
Orí ení kini sàka yan
Cabeça que está purificada na esteira caminha soberbamente
Orí olóore ori jè o
A cabeça do vencedor vencerá
A saka yìn ki ya n’to lo ko
A cabeça limpa que louvamos mãe permita que façam uso dela
A saka yìn ki ègbón mi gbè
A cabeça limpa que louvamos meu mais velho conduzirá
Ìta nù mo bo orí o.
Ar livre e limpo oferendo a cabeça
Ofo Olóojó Òní
Olóojó òní Ifá, mo júbà rè
Olú dáyé, mo júbà rè
Mo júbà omodé
Mo júbà àgbà
Bí èkòló bá júbà ilè
Ilè ó l’énun
Kí ìbá mi sé
Mo júbà àwon àgbààgbà méérìndílógún
Mo júbà bàbá mi (...Òrìsà rè)
Mo tum júbà àwon Ìyá mi eléeye
Mo júbà Òrúnmìlà, ó gbáayé, ó gbóòrun
Òhuntí mo bá wí lóojó òní
Kí ó rí béè fún mi
E jòwó, májé kí ònòn mi díì
Níìtorí yìí ònòn kò dí mòn ojó
Ònon kò dí mòn oògùn
Òhuntí a bá ti wí fú Ògbà, l’Ògbá ngbà
Ti Ekese ni sé láàwùjo Òwú
Olóojó Òní kí ó gbà òrò mi yèwò
Àsé!
Senhor e dono do dia Ifá, apresento-vos meus respeitos.
Senhor da terra, apresento-vos meus respeitos.
Meus respeitos aos mais jovens (novos).
Meus respeitos aos mais velhos.
Se a minhoca vai à terra respeitosamente,
A terra abre a boca aceitando-a
Que a bênção me seja dada.
Meus respeitos ao dezesseis mais velhos (Odú Àgbà).
Meus respeitos, meu pai...(seu Orixá)
Eu tomo a benção às minhas mães Senhora dos pássaros.
Meus respeitos, Orunmilá, aquele que vive na terra e vive no céu.
Qualquer coisa que eu diga no dia de hoje,
Que eu possa vê-la acontecer para mim.
Por favor, não permita que meus caminhos se fechem,
Porque os caminhos não se fecham para quem entende o dia,
Os caminhos não se fecham para quem entende a magia.
Qualquer coisa que eu diga para Ògbà, que Ògbà aceite.
Ìlákòse tornou-se o mais importante na assembléia dos caracóis,
Ekese tornou-se o mais importante na assembléia do algodão.
Senhor e dono do dia, que você aceite minhas palavras e verifique.
Que assim seja !
MUDE A SUA VIDA REZANDO ORI
Esta reza é para ser feita todas as manhãs, ou pelo menos 4 vezes na semana.
Ao acordar, pela manhã, bem cedo, não fale com ninguém.
Vá até o seu quarto de orisá, em frente ao Igbá de seu orisá fun fun (Obatalá).
Caso não tenha em casa, vá à uma área onde vc veja o Sol nascendo.
Coloque uma eniyn (esteira), caso não tenha, coloque um lençol branco.
Ajoelhe-se, de frente para o Sol.
Pegue um pouco de Gyn e bocheche, cuspindo para o lado. Não engula o Gyn.
Pegue um copo de água fresca.
Molhe o centro de sua cabeça e invoque ORI.
Ori oooooo. Ori oooooo. Ori ooooo.
E então proceda a essas Rezas.
Não é necessário rezar em Yorubá, mas pode rezar.
IRE O (BOA SORTE PARA VOCÊ)
OFÒ FÚN BIBÓ ORÍ (encantamento para propiciar a cabeça).
ÒRÚNMÌLÀ NÍ ODI ÈDÙN,
MO NÍ ODI ÈDÙN.
ÒRÚNMÌLÀ NÍ ODI ÈDÙN OKÀN,
MO NÍ ODI ÈDÙN OKÀN.
ONÍ TÍ EGBÉ ENI NBÁ LÓWÓ,
T’A ÀBÁ LÒWÒ,
Ò NÍ ORÍ ENI L’ÀÁ KÉPÈ.
ONÍ TÍ EGBÉ ENI BÁ À NSE,
OHUN RERE TÁÀBÁ RÍ OHUN RERE SE,
Ò NÍ ORÍ ENI L’ÀÁ KÉPÈ.
ORÍ MÌ, WÁ SE LÉ GBÈ LÉHÌN MI.
IGBA, IGBA, NÍ ORÒGBÒ NSO LÓKO;
IGBA, NÍ OBÌ NSO LÓKO .
IGBA, IGBA NÍ ATAARE NSO LÓKO.
IGBA , AJÉ KÓ WOLÉ TÓ MI WÁ.
OÒGÙN, ÀÌSÀN, EJÓ, WÀHÁLÀ,
IKÚ, ÀÍRÍJE, ÀÌRÍMU KÓ PÒÓRÁ .
TÍ EFUN BÁ WO INÚ OSÙN, ÁPÒÓRÁ .
KÍ GBOGBO WÀHÁLÀ MI PÒÓRÁ .
ÀWÍSE NÍ TI IFÁ, ÀFÒSE NÍ TI ÒRÚNMÌLÀ.
ÀBÁ TÍ ALÁGEMO BÁDÁ NI ÒRÌSÀ ÒKÈ NGBÀ.
KON KON NÍ EWÉ INÓN NJÓ,
WÀRÀ, WÀRÀ, NI OMODÉ NBO OKO ÈSÌSÌ.
ILÉ ÒGBÁ ÒNÒN Ò GBÁ NÍ TI ÀRÁGBÁ.
GBOGBO OHUN TÍ MO SO YÌÍ ,
KÍ ARÒ KÓ RÒ MÒ
ÀSE, ÀSE, ÀSE!
TRADUÇÃO
ÒRÚNMÌLÀ que fortifica os tristes,
Fortifique-me, eu estou triste.
Òrúnmìlà que fortifica o coração triste,
Fortifique o meu coração triste.
Senhor da comunidade, Aquele que é honrado e respeitado, é a cabeça de alguém cansado que invoca tua ajuda.
Senhor da comunidade, esteja conosco (me acompanhe),
Que as coisas boas nos encontrem, e que obtenhamos coisas boas, é a cabeça de alguém cansado que invoca tua a ajuda.
Minha cabeça, venha cobrir a casa e minha retaguarda.
Duzentos, duzentos, que orògbò cresça na floresta;
Duzentos, que obì cresça na floresta.
Duzentos, duzentos, que atare cresça na fazenda.
Duzentos, que o poder do dinheiro adentre minha casa.
Que as feitiçarias, as doenças, os problemas, as aflições,
A morte, a fome, a sede, desapareçam da minha vida.
Quando efun entra no osùn, ele desaparece.
Que todas as minhas aflições desapareçam.
Que a palavra de Ifá se realize, e a de Òrúnmìlà também.(como um canto)
E ao encontrarem Alágemo realizem-se através dos Òrìsà, que aceitam do alto.
A folha no fogo queima rapidamente, (que meus pedidos realizem-se assim).
Leite, leite, escorra para as crianças em quantidade, como é na Fazenda Èsìsì.
Que minha casa, meus caminhos, meus conhecidos se engrandeçam.
Que todos os meus votos façam desabrochar, e transformar-se para mim,
Afim de que ao nascer do dia eu encontre facilidades.
Assim seja!
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
AlFABETOS DE ENCANTOS
Alfabetos - símbolos de comunicação

A imagem acima é do chamado alfabeto dos Magos.
O Alfabeto dos Magos é uma variante mais moderna do hebraico utilizado na Cabala...esse alfabeto era muito utilizado principalmente em gnose e em rituais de magia cerimonial.
Há ainda mais três outros alfabetos místicos, alem do Hebraico e do Alfabeto dos Magos, todos variações do utilizado na Cabala (o alfabeto hebraico)...

Alfabeto Celestial
A escrita Celestial é o alfabeto hebraico mais antigo. Foi usado pelos hebreus antes do período de exílio na Babilónia (sec. VI a.c.).
Tem 22 consonantes e é escrito da direita para a esquerda. Chamam-lhe alfabeto celestial por, diz a tradição, os seus caracteres terem sido vistos entre os astros do céu, pelos antigos sacerdotes hebreus...
Acerca da cabala hebraica, Agrippa escreveu: "There is also amongst them a writing which they call Celestial, because they show it placed and figured amongst the stars, no otherwise than the other astrologers produce images of signs from the lineaments of stars." Não incluiu qualquer ilustração, nem explicou o significado de tal afirmação.
Felizmente Jacopo Gafareli (1601-1681) também conhecido por Jacques Gaffarel, bibliotecário do Cardeal De Richelieu, escreveu um livro, no qual demonstrou com clareza do que Agrippa estava a falar:
- As letras celestiais têm de ser vistas no contexto actual das estrelas fixas, pois para este efeito não se movem, ou pelo menos não significativamente. O seu movimento, umas em relação ás outras é tão lento que, para o que aqui interessa, não é relevante. Cada letra do alfabeto celestial é uma constelação de estrelas, comparável ás constelações do zodiaco.
- Os nomes retirados das letras celestiais têm influências ocultas das estrelas, o que define a sua forma. Nos tempos antigos, cada uma das estrelas brilhantes fixas, possuiam a sua própria mitologia e significado mágico. Isto era entendido de igual forma na magia persa, sendo que os persas tinham grande renome na astrologia e astronomia. A magia persa associava inumeros significados esotericos ás estrelas.

Alfabeto Hebraico
Deus criou todas as coisas com números, peso e medida. Por isso os cabalistas dizem que cada numero contém um mistério que se refere à Divindade ou a alguma inteligência.
Os antigos rabinos e cabalistas explicavam: a ordem a harmonia e a influência dos céus sobre o mundo pelas 22 letras deste alfabeto.
Cada letra do alfabeto hebraico corresponde a uma ordem de inteligências ou espíritos.
Alfabeto Henochiano

domingo, 22 de setembro de 2013
HISTORIA DO BORI
Num jogo de Ifá, perguntaram a ÒRÚNMÌLÁ:
Quem seria capaz de nos levar ao Infinito? (infinito = caminho da vida da pessoa).
SANGO disse que quando chegasse a OYÓ e lhe dessem certas comidas, ele satisfeito voltaria à sua casa, abandonando a pessoa. Perguntaram o mesmo a OYÁ, e ela respondeu, que quando chegasse a qualquer cidade e lhe dessem certas comidas, ela satisfeita voltaria para casa.
Resumo: enquanto dermos comida ao nosso Orixá, ele nos cobre e depois recolhe.
Perguntaram de novo a IFÁ e ele respondeu que Òsàlà e ele respondeu que quando chegasse à cidade de Ifé, comesse, aí então ele ficaria satisfeito e voltaria para casa. Se nem Òsàlà é capaz de nos levar ao Infinito, então, quem é capaz?
Resposta: só Lebara.
Perguntaram a ÈSÙ: "- Se você caminhar, caminhar e chegar a Keto, e lhe derem 1 galo no dendê ? Ele respondeu: – Comia e quando estivesse satisfeito voltaria para minha casa. Voltaram e perguntaram de novo a Ifá:
"- Então, ninguém é capaz de nos levar ao Infinito? Quem será? Tal conhecimento, tal sabedoria, quem a tem?
IFÁ respondeu."- Somente o Orixá ÒRÍ é capaz de nos levar ao infinito, até o final de nossa vida." Se uma pessoa morrer, despachamos tudo referente ao Orixá, mas, o que sempre ficou foi o ÒRÍ.
Conclusão: Mesmo se nosso òrìsà está bem, só ficará tudo bem se o nosso Òri estiver também. Primeiro damos comida a Òri no borí, e depois ao orixá. Não há orixá raspado errado, desde que o òri aceitou. Acima de nosso Orixá individual, está o nosso Òrì. Damos ao òrì cera (caroço de algodão), obi, água. Existem apenas 6 bichos para Òrì: pombo, peixe, pato, franga, galinha d’angola e o igbin; apenas um bicho vai ao ori, os outros serão colocados apenas na tigela. O ejé (sangue) de pombo branco, só se for muito importante, necessário, senão estaremos ofendendo Olodumare.
Lenda de Òrúnmìlá
Quando Òrúnmìlá se cansou de viver na terra e da incompreensão dos homens, resolveu ir para o Òrún, mas antes, deu a cada um de seus 8 filhos, 2 caroços de dendezeiro (IKIN), e disse a eles, que quando precisassem, bastava que jogassem os IKIN e teriam as respostas. Deixando claro que o mais importante, era que eles se unissem, assim como o grupo deverá se manter unido.
ÒRÍ – força que orienta o que é bom ou ruim para cada pessoa, é individual. O ÒRÍ tem que ser respeitado, se a pessoa não aceitar é porque o seu ÒRÍ não está aceitando. Deve-se verificar o que acontece no jogo.
Cada um recebe seu ÒRÍ de AJALÁ (é um Imole), antes de vir para o AIYE, passa por um "estágio".
O ÒRÍ supera todos os orixás;
O ÒRÍ é um Imole, ligado só para o bem (da pessoa);
O ÒRÍ é a nossa censura;
O ÒRÍ não se trai, não se engana, é a nossa própria consciência (os valores mais puros). Isso vem explicar a índole de pessoas más, mesmo nascidas em famílias boas, independente da formação; pessoas sofridas que tem a capacidade de amar, odiar, etc…
ÌPÁKO – Òrí
IKOKO ÒRÍ – Poente
ÀPÁ OTUN ÒSU ÀPÁ OSI
(direita do aiye) Voduka (esquerda do aiye) centro cabeça
ojo òrí – Nascente
Os quatros pontos do Universo
A. Ìyo – Òrún – nascente – Leste
B. Ìwo – Òrýn – o poente
C. Òtù Àiye – a direita do mundo – Norte – Ariwa
D. Òsi Àiyè – a esquerda do mundo – Sul – Guzú
Correspondente ao Ser – humano
A – Òrí – cabeça – o nascente – o nascente – o futuro "`orí inu"
{ Odu – destino – òrísà – genitor divino e material – origem – Esú individual Bara
B – ESE – pé direito – ancestrais masculinos
{ pé esquerdo – ancestrais femininos
C – lado direito – elementos masculinos
D – lado esquerdo – elementos femininos
Durante o eborí, sendo os pais falecidos, usar 2 acaçás de cima para baixo na direção das juntas, não esquecendo de colocar as falas do Obi (parte de baixo).
Tudo que existe de adverso ao homem na natureza, os AJÉS, por exemplo, se personifica nos pássaros,ELEYE, que numa imprecisa tradução cultural do Ocidente, identifica com as "bruxas". O AJÉ também é uma forma de AJOGUN (o inimigo); que é identificado por personalidade que traduzem realidade materiais como oIKU (a morte); o EGBA (enfermidade); o OFÓ (perda de bens); ARUN (loucura), etc… Como se pode ver os conceitos Yorubá, partem do real, do material, para formar a sua idéia geral do mundo. ÈSÚ, como dono doÀSÉ (ONI ÀSÉ), força, magia, arma o ÒRÍ do poder de recusa a ordem, de estabelecer a desordem criativa, tese premissa da antítese necessária à nova síntese estruturante.
Ori é um importante conceito metafísico espiritual e mitológico para os Yorubás, identificado no jogo do merindilogun pelo odu ossá.
Ori em yoruba tem muitos significados – o sentido literal é cabeça física, símbolo da cabeça interior (Ori Inu). Espiritualmente, a cabeça como o ponto mais alto (ou superior) do corpo humano representa o Ori, não existe um Orixá que apóie mais o homem do que o seu próprio Ori.Enquanto Orixá pessoal de cada ser humano, com certeza ele está mais interessado na realização e na felicidade de cada homem do que qualquer outro Orixá. Da mesma forma, mais do que qualquer um, ele conhece as necessidades de cada homem em sua caminhada pela vida e, nos acertos e desacertos de cada um, tem os recursos adequados e todos os indicadores que permitem a reorganização dos sistemas pessoais referentes a cada ser humano.
Ajalá é responsável pela modelação da cabeça humana, e acredita-se que o Ori e o Odu – signo regente de seu destino que escolhemos, determina nossa fortuna ou atribulações na vida. O trabalho árduo trará, ao homem afortunado em sua escolha, excelentes resultados, já que nada é necessário dispender para reparar a própria cabeça. Assim, para usufruir o sucesso potencial que a escolha de um bom Ori acarreta, o homem deve trabalhar arduamente. Aqueles, entretanto que escolheram um mau Ori têm poucas esperanças de progresso, ainda que passem o tempo todo se esforçando. O Ori, entidade parcialmente independente, considerado uma divindade em si próprio, é cultuado entre outras divindades, recebendo oferendas Ebori, e orações, Ori é o protetor do homem antes das divindades.Igba ori, ou ibá ori o é o nome do assentamento sagrado da cabeça de um individuo na cultura nago vodun, identificado no jogo do merindilogun pelos odu ossá.
Cada igba ori é uma representação material e imaterial de um individuo, captando constantemente energias oriundo da natureza para equilibrar a mente do seu adeptos e crentes. É considerado o primeiro orixá da existência (a essência real do ser). Deve ser assentado e louvado antes de qualquer outro Orixá depois de exu no ritual de Bori, pois só ori permite a compreensão e o transe.
O assentamentos de ori são sempre visto em recipientes de: Porcelana (Variedade de cerâmica dura, branca e translúcida), usado principalmente por iniciantes na feitura de santo. Vaso de cristal (Vidro muito límpido e puro), usado por Babalorixás, Iyalorixás e pessoas de cargo.
Dentro dos recipientes são colocados apetrechos e fetiches inerente a cada Ori (Yoruba), geralmente uma pedra de cristal de rocha com limpidez e transparência, e dezesseis búzios, tudo conservado em água de chuva ou mineral. Na preparação de qualquer assentamento de orixá os rituais da sasanha, folha sagrada e água sagrada são imprescindíveis.
Nota: Todos assentamentos (igba orixá), devem ser preparados e sacralizados em rituais próprios por Babalorixas ou Iyalorixas.
O BORI é o ritual que harmoniza o ORI, dando assim a possibilidade de
transformar um " ORI BURUKU" em "ORI RERE".
È através do Jogo de Búzios que o Babaloorisá recebe as instruções para
realizar este ato (BORI) ritualístico que possibilitará não só a mudança da
sorte como também a manutenção da mesma, para que não se a perca.
É o BORI que diminui a ansiedade, o medo, a dor e a tristeza trazendo a
esperança, alegria e a harmonia.
Desta forma, o BORI é uma das oferendas mais importantes que visa o bem
estar individual no Candomblé.
O Ritual de Bori é muito sério, complexo e profundo. Por isso, o sacerdote
deve ter grande conhecimento e respeito em relação à questão do Ori e da
evolução humana. Ori é o Orisá mais importante na vida de um homem, uma vez
que, sem ele, o homem simplesmente não existiria. Ori significa,
literalmente, cabeça e é, misticamente, o primeiro Orisá a ser cultuado. É
ele o portador do destino humano.
O Ritual de Bori independe de qualquer processo iniciático e independe do
culto aos outros Orisás.(variando assim de casa para casa,mas,sem fuigir da
finalidade em si) Seu objetivo é o de alimentar o Ori, seja qual for o sexo,
raça, profissão, idade, nível social da pessoa. Com este ritual busca-se o
equilíbrio através da ação do Ori, condutor do destino pessoal. Muitas vezes
se realiza um Ritual de Bori com o objetivo de afastar o mal do caminho da
pessoa, o que não significa que, retirada esta ameaça nenhum outro mal possa
ocorrer. Assim sendo, o Ritual de Bori não tem "prazo de validade", não tem
freqüência determinada (anual, semestral, mensal, etc.), devendo ser
repetido sempre que se mostre necessário.
O Odu manifestado através do" jogo" é que determina a necessidade de
realização do Bori e indica quais materiais devem ser usados. Há dois tipos
de Bori:
Aquele que é considerado pré-requisito para uma iniciação, ou seja,
primeiramente se alimenta o Ori, divindade pessoal, para a seguir alimentar
outros Orixás.
2) Aquele realizado a fim de buscar a solução de um problema que aflige a
pessoa através do alimento oferecido ao seu Ori, sem que haja necessidade de
iniciação.
O local mais apropriado para realização deste Ritual é a casa do sacerdote.
Este deve Ter bom senso quanto a necessidade de recolhimento. Se o Bori for
acompanhado de Eje, é recomendável o recolhimento como meio de repouso e
proteção, pois o Ori que está sendo venerado não deve receber energia do sol
nem do sereno. O recolhimento evita, ainda, que a "sombra daquele que passou
pelo Bori seja pisada."
O sacerdote deve saber que durante este Ritual a pessoa somente poderá
entrar em transe no momento que seu Orisá for louvado. Deve conhecer a
finalidade e o significado de cada material que usa. Omi e Obi, por exemplo,
são elementos indispensáveis no BORI. Omi, a água, representa paz,
abundância e fertilidade enquanto o Obi é usado para aplacar a fúria das
adversidades, alimentar e agradar as divindades.
O jogo DE Búzios determinará, através de Odu, que material deve ser usado no
Bori e este material poderá ser desde apenas um copo d’água e um Obi até uma
oferenda bem grande.
ORI RERE = ORI de sorte = Cabeça de sorte, cabeça iluminada
ORI BURUKU = ORI sem sorte = Cabeça sem sorte, confusa, insegura…
ORI INU = "Cabeça Interna"
É o ORI NU que gerencia a cabeça física do homem.
É o oriSá mais importante do ser humano, pois ele é ÚNICO, cada pessoa tem o
seu.
É Ele quem conhece e está ligado ao destino de cada indivíduo, conhece e
sabe das suas restrições, das suas fragilidades , das suas potencialidades.
É no ORI que se encontra a ferramenta para a solução dos nossos problemas…
Quando estamos em harmonia com ele, superamos os obstáculos mais facilmente
e assim, certamente conectados à positividade interna e à dinâmica perfeita
da natureza, encontramos a vitória e o sucesso na consecução dos nossos
objetivos pessoais….
Cada igba ori é uma representação material e imaterial de um individuo, captando constantemente energias oriundo da natureza para equilibrar a mente do seu adeptos e crentes. É considerado o primeiro orixá da existência (a essência real do ser). Deve ser assentado e louvado antes de qualquer outro Orixá depois de exu no ritual de Bori, pois só ori permite a compreensão e o transe.
O assentamentos de ori são sempre visto em recipientes de: Porcelana (Variedade de cerâmica dura, branca e translúcida), usado principalmente por iniciantes na feitura de santo. Vaso de cristal (Vidro muito límpido e puro), usado por Babalorixás, Iyalorixás e pessoas de cargo.
Dentro dos recipientes são colocados apetrechos e fetiches inerente a cada Ori (Yoruba), geralmente uma pedra de cristal de rocha com limpidez e transparência, e dezesseis búzios, tudo conservado em água de chuva ou mineral. Na preparação de qualquer assentamento de orixá os rituais da sasanha, folha sagrada e água sagrada são imprescindíveis.
Nota: Todos assentamentos (igba orixá), devem ser preparados e sacralizados em rituais próprios por Babalorixas ou Iyalorixas.
O BORI é o ritual que harmoniza o ORI, dando assim a possibilidade de
transformar um " ORI BURUKU" em "ORI RERE".
È através do Jogo de Búzios que o Babaloorisá recebe as instruções para
realizar este ato (BORI) ritualístico que possibilitará não só a mudança da
sorte como também a manutenção da mesma, para que não se a perca.
É o BORI que diminui a ansiedade, o medo, a dor e a tristeza trazendo a
esperança, alegria e a harmonia.
Desta forma, o BORI é uma das oferendas mais importantes que visa o bem
estar individual no Candomblé.
O Ritual de Bori é muito sério, complexo e profundo. Por isso, o sacerdote
deve ter grande conhecimento e respeito em relação à questão do Ori e da
evolução humana. Ori é o Orisá mais importante na vida de um homem, uma vez
que, sem ele, o homem simplesmente não existiria. Ori significa,
literalmente, cabeça e é, misticamente, o primeiro Orisá a ser cultuado. É
ele o portador do destino humano.
O Ritual de Bori independe de qualquer processo iniciático e independe do
culto aos outros Orisás.(variando assim de casa para casa,mas,sem fuigir da
finalidade em si) Seu objetivo é o de alimentar o Ori, seja qual for o sexo,
raça, profissão, idade, nível social da pessoa. Com este ritual busca-se o
equilíbrio através da ação do Ori, condutor do destino pessoal. Muitas vezes
se realiza um Ritual de Bori com o objetivo de afastar o mal do caminho da
pessoa, o que não significa que, retirada esta ameaça nenhum outro mal possa
ocorrer. Assim sendo, o Ritual de Bori não tem "prazo de validade", não tem
freqüência determinada (anual, semestral, mensal, etc.), devendo ser
repetido sempre que se mostre necessário.
O Odu manifestado através do" jogo" é que determina a necessidade de
realização do Bori e indica quais materiais devem ser usados. Há dois tipos
de Bori:
Aquele que é considerado pré-requisito para uma iniciação, ou seja,
primeiramente se alimenta o Ori, divindade pessoal, para a seguir alimentar
outros Orixás.
2) Aquele realizado a fim de buscar a solução de um problema que aflige a
pessoa através do alimento oferecido ao seu Ori, sem que haja necessidade de
iniciação.
O local mais apropriado para realização deste Ritual é a casa do sacerdote.
Este deve Ter bom senso quanto a necessidade de recolhimento. Se o Bori for
acompanhado de Eje, é recomendável o recolhimento como meio de repouso e
proteção, pois o Ori que está sendo venerado não deve receber energia do sol
nem do sereno. O recolhimento evita, ainda, que a "sombra daquele que passou
pelo Bori seja pisada."
O sacerdote deve saber que durante este Ritual a pessoa somente poderá
entrar em transe no momento que seu Orisá for louvado. Deve conhecer a
finalidade e o significado de cada material que usa. Omi e Obi, por exemplo,
são elementos indispensáveis no BORI. Omi, a água, representa paz,
abundância e fertilidade enquanto o Obi é usado para aplacar a fúria das
adversidades, alimentar e agradar as divindades.
O jogo DE Búzios determinará, através de Odu, que material deve ser usado no
Bori e este material poderá ser desde apenas um copo d’água e um Obi até uma
oferenda bem grande.
ORI RERE = ORI de sorte = Cabeça de sorte, cabeça iluminada
ORI BURUKU = ORI sem sorte = Cabeça sem sorte, confusa, insegura…
ORI INU = "Cabeça Interna"
É o ORI NU que gerencia a cabeça física do homem.
É o oriSá mais importante do ser humano, pois ele é ÚNICO, cada pessoa tem o
seu.
É Ele quem conhece e está ligado ao destino de cada indivíduo, conhece e
sabe das suas restrições, das suas fragilidades , das suas potencialidades.
É no ORI que se encontra a ferramenta para a solução dos nossos problemas…
Quando estamos em harmonia com ele, superamos os obstáculos mais facilmente
e assim, certamente conectados à positividade interna e à dinâmica perfeita
da natureza, encontramos a vitória e o sucesso na consecução dos nossos
objetivos pessoais….
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