segunda-feira, 5 de agosto de 2013

SANTA RITA DE CASSIA



Santa Rita de Cássia 
ou Santa dos Impossíveis, como é geralmente conhecida a grande advogada dos aflitos, nasceu em Rocca Porena, perto de Cássia (Itália), em 22 de Maio de 1381, tendo por pais Antônio Mancini e Amada Ferri.

O nascimento da Santa foi precedido por sinais maravilhosos e visões celestiais que fizeram seus pais perceberem algo da futura e providencial missão de Rita, que seria colocada no mundo para instrumento da misericórdia de Deus em favor da humanidade sofredora.

Desde jovem, Rita tinha intenção de ser religiosa, mas seus pais, temendo que ela ficasse sozinha, resolveram casá-la com um jovem de família nobre, mas de temperamento excessivamente violento.

Ela suportou pacientemente tal situação por 18 anos.

Como ele tinha muitos inimigos, foi assassinado.

A viúva suporto
u a dolorosa perda, perdoando os assassinos. Porém, crescia em seus filhos o desejo de vingança. Rita pediu que Deus os levasse, pois seria melhor que outra tragédia.

Assim, perdeu os filhos. Rita estava livre para dedicar-se a Deus e pediu para entrar no Convento das religiosas Agostinianas da cidade.

Mas naquela comunidade só podiam entrar virgens.

Então, ela transformou sua casa num claustro, onde rezava as orações habituais das religiosas.

Uma noite, enquanto rezava, ouviu três batidas violentas em sua porta e uma voz lá de fora dizia: “Rita! Rita!”.

Abriu a porta e viu em sua frente três Santos, que rapidamente a levaram ao Convento onde havia sido negada três vezes.

Os mensageiros fizeram-na entrar, apesar das portas estarem fechadas, e deixaram Rita de Cássia em um dos claustros.

Depois desapareceram.A superiora ficou fascinada com essa manifestação Divina.

As religiosas decidiram por unanimidade que a viúva fosse recebida.

Admitida noviça Rita começou a trabalhar para realizar seus desejos.

Consagrou-se à oração e penitência, seu corpo foi seguidamente flagelado.

Passava os dias a pão e água e noites sob vigília e oração.

Certo dia pediu com extraordinário fervor que um estigma de Jesus aparecesse para sentir a dor da redenção.

Em uma visão, Rita recebeu um espinho cravado em sua testa.

A chaga ficou por toda a vida e ainda pode-se vê-la em sua cabeça conservada intacta com o resto do corpo.

Um dia uma parente foi visitá-la, ela agradeceu a visita e ao se despedir pediu que lhe trouxesse algumas rosas do jardim.

Como era inverno e não tinha rosas, pensaram que Rita estava delirando e sua visitante não ligou para seu pedido.

Como para voltar para casa teria que passar pelo jardim olhou e se surpreendeu ao contemplar quatro lindas rosas que se abriram entre os ramos secos.

Admirada do prodígio, entrou no jardim, colheu as flores e as levou ao Convento de Cássia. Nesta época, Rita estava muito doente e morreu em 22 de Maio de 1547.

No dia seguinte, seu corpo foi colocado na Igreja do Convento.

Todos os habitantes da cidade foram venerar a religiosa.

Santificação e corpo intacto

No século XVII foi beatificada e em 24 de Maio de 1990, canonizada.

O corpo de Santa Rita de Cássia continua conservado intacto até hoje.

Qualquer pessoa pode contempla-la na Igreja do Convento de Cássia, dentro de um relicário de cristal.

Depois de tantos anos, seus membros ainda têm flexibilidade e pela expressão do rosto, parece estar dormindo.

Fonte: www.igrejaparati.c
Santa Rita nasceu em Rocca Porena perto de Spoleto, Itália em 1381 e expressou bem cedo o desejo de ser freira. Seus parentes já idosos insistiram para que ela se casasse com a idade de doze anos com um homem descrito como sendo um homem cruel e rude.




Ela passou 18 anos extremamente infeliz, teve dois filhos e finalmente ficou viúva quando o seu marido foi morto numa briga. Ambos os filhos logo morreram e Rita tentou sem sucesso entrar para o convento agostiniano que havia em Cascia.

Ela foi recusada porque pelas regras do convento só se aceitavam virgens.


Mas Rita continuou a rezar e a pedir, e uma noite ela foi milagrosamente transportada para dentro do convento com todas as suas enormes portas fechadas e trancadas.

Quando as irmãs a viram lá dentro, decidiram que era desejo de Deus que ela fosse aceita e assim em 1413 ela entrou para o Ordem e logo ganhou fama pela sua austeridade, devoção, oração e caridade.

No ano seguinte, ocorreu outro milagre. Havia lhe ordenado a Superiora, em nome da obediência, que regasse todos os dias um pé seco de uva, mas em um ano, já daquele ramo morto brotaram cachos de uvas abundantes e saborosas. E a videira, apesar de velha, de vários séculos, ainda hoje está viçosa.

Certo dia ela recebeu visões e teve ferimentos na testa que pareciam uma coroa de espinhos que seria uma estigmata (provavelmente um dos estigmas de Cristo).

Os ferimentos melhoraram de modo a permitir que ele fosse a Roma numa peregrinação em 1450, mas reapareceu logo que ela retornou e com ela ficaram até a sua morte.

Pouco antes de morrer, uma visitante, sua parente, perguntou se queria algo e ela pediu que lhe trouxessem rosas de sua terra natal. "Impossível" disse a parente "agora é pleno inverno". Santa Rita respondeu : " Vá e encontrarás o que peço".

Ao chegar a parente, em Rocca Porena, no jardim em frente a sua casa, havia no meio da neve, uma bela roseira com lindas flores de onde colheu as rosas que Santa Rita havia pedido.

Ao falecer outro milagre. Os sinos do mosteiro repicavam milagrosamente sozinhos sem alguém por perto a tocar.

Segundo a tradição seu corpo estaria incorrupto até a presente data. Ela morreu em 22 de março em Cascia e muitos milagres foram relatados como sendo devido a sua invocação e intercessão. Foi canonizada em 1900.

Ela é venerada na Espanha, Estados Unidos, França, Portugal e em outros países como sendo a "santa das causas impossíveis".

No Brasil, ela é a padroeira das causas impossíveis junto com São Judas Thadeu.

Na arte litúrgica da Igreja ela é mostrada com uma freira orando diante de um crucifixo, ou com uma coroa de espinhos, ou recebendo uma coroa de rosas da Virgem Maria, ou recebendo uma coroa de espinhos dos santos. O seu emblema são as rosas. E em alguns locais as rosas são bentas no dia de sua festa.

É protetora contra a esterilidade, e infertilidade e das causas impossíveis, e padroeira das viúvas.

Ela é considerada a mais popular das santas. Uma pesquisa feita por um instituto de pesquisa italiano chegou a conclusão ela é a mais popular de todas as santas.



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